terça-feira, 12 de novembro de 2013

Audiodescrição 

Entrevista com Graciela Pozzobon no Programa do Jô

Como é feita a audiodescrição em filmes para cinema e TV.
Graciela Pozzobon é atriz e fez audiodescrição de cerca de 100 filmes.
Ela explica detalhadamente o processo de construção do trabalho. 
Vale a pena conferir.



quinta-feira, 7 de novembro de 2013


 Audiodescrição


A audiodescrição é um recurso de acessibilidade que amplia o entendimento das pessoas com deficiência visual em eventos culturais, gravados ou ao vivo, como peças de teatro, programas de TV, exposições, mostras, musicais, óperas, desfiles e espetáculos de dança; eventos turísticos, esportivos, pedagógicos e científicos tais como aulas, seminários, congressos, palestras, feiras e outros, por meio de informação sonora.”           Lívia Motta                                                                                                                                                                    
Ir a um zoológico é uma experiência inesquecível. 
Imagine fazer isso à noite.  
Um grupo de Deficientes Visuais fizeram uma visita noturna ao Zoológico de São Paulo. Acompanhados por audiodescritores eles não perderam um lance dessa visita. 
Uma experiência marcante!
Leia matéria no Link:

Nessa entrevista ao jornal Diário do Nordeste, o mestrando em Linguística Aplicada, Celso Nóbrega explica a audiodescrição e como ela acontece na cidade de Fortaleza. 
Acesse o link: 

A audiodescrição é uma forma utilizada para que pessoas com Deficiência Visual tenham acesso aos bens culturais sem perder o espetáculo. Não precisa de muitos recursos nem altos valores de investimento. Precisa sim está capacitado para transmitir o que é necessário e ser sensível para permitir que o deficiente  não só tenha acesso mas também alcance a emoção do momento. É um grande passo na inclusão pela acessibilidade. 


sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Quebra-cabeça
Uma atividade bastante enriquecedora na intervenção com crianças com Deficiência Intelectual é o Quebra-cabeça. Este, quando adequadamente selecionado favorece o desenvolvimento do pensar, pois a criança deverá criar estratégias para a resolução do problema que lhe foi posto.

Quebra-cabeça é um recurso muito simples facilmente encontrado no comércio ou elaborado pelo professor.  Pode ser produzido em papel, papelão, plástico, EVA, metal ou qualquer outro material.

A ideia do jogo consiste em remontar uma imagem que foi recortada.
Para montar a imagem a criança deverá descobrir e selecionar qual/quais estratégia(s) mais favorável à construção do todo que fora dividido em partes. Estas estratégias podem ser cores, formas, encaixes, complementação da imagem etc.

É importante que no momento em que a criança estiver montando o jogo, o professor faça perguntas estimulando a criança a externar e explicitar sua ação.
Como em toda atividade proposta, devemos começar com o que a criança já sabe e avançar no que ela precisa saber. Oferecer primeiramente jogos mais simples e gradativamente, acompanhando o prazer, o sucesso e a aprendizagem ofertar jogos de maior complexidade.
É importante apresentar inicialmente para a criança a imagem montada, inteira e só depois separar suas partes para que ela possa refazê-la.

A atividade com jogos favorece:
- previsão,  uso de estratégias de ação;
- concentração;
-domínio de regras.

Crédito das imagens: Internet

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Livros da Profa. Rita Vieira de Figueiredo 


Foram sorteados  4 livros no 4º Encontro Presencial da turmaAEE2013 
Fui uma das ganhadoras!!

Fica a dica de leitura dos livros da autora.
    - Deficiência intelectual : Cognição e Leitura - UFC
    - Atendimento Educacional Especializado para o aluno com 
       Deficiência Intelectual
    - Novas Luzes sobre a Inclusão Escolar - UFC
    - Práticas de Leitura no Contexto da Escola das Diferenças - UFC
Estes são alguns dos livros de sua autoria ou escritos com outros professores 
que aprofundam e expandem  conhecimento sobre a Escola Inclusiva.

Boa Leitura!



sexta-feira, 24 de maio de 2013

Ler e Repensar

A educação pública tem disponível uma vasta publicação sobre os mais diversos assuntos que trata de educação. Se você for na biblioteca da sua escola certamente encontrará um rico material sobre educação especial. São livros e revistas com artigos das mais diversas universidades, alguns ainda cheirando frescor da recente publicação. São trabalhos de renomados autores e de novos estudiosos que nos enriquecem com profundidade e sensibilidade. Hoje apresento a  Coleção "A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar". 
São 10 livros que abordam os diversos aspectos da educação especial, constituindo um indispensável material para quem trabalha nas salas de AEE. Textos leves e explicativos, prático na perspectiva escolar. São vários os autores das diversas universidades brasileiras, inclusive a nossa Universidade Federal do Ceará com direito a fotos das escolas de Fortaleza. 
E para quem prefere tê-la em casa, eles estão disponíveis no site do MECBom, não?

Fasc. 01     - A escola comum inclusiva
Fasc. 02     - O AEE para alunos com deficiência intelectual
Fasc. 03     - Os alunos com deficiência visual baixa visão e   cegueira
Fasc .04     - Abordagem bilíngue na escolarização de pessoas com surdez
Fasc. 05     - Surdocegueira e deficiência múltipla
Fasc. 06     - Recursos pedagógicos acessíveis e comunicação aumentativa
Fasc. 07     - Orientação e mobilidade, adequação postural e acessibilidade                                                        
Fasc. 08     - Livro Acessível e informática acessível
Fasc. 09     - Transtornos globais do desenvolvimento
Fasc. 10     - Altas habilidades - Superdotação 
                                                                                                                 Boa Leitura !
                                                     

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Atendimento Especializado e a Lei

Há um pensamento dominante em nosso país que as leis são feitas para não serem cumpridas. Infelizmente o não cumprimento da lei é uma realidade bem presente em nossa sociedade e diante disso muitas vezes nos enfraquecemos e deixamos de lutar pelo que é direito. Como profissionais em AEE a luta pela efetivação dos direitos da pessoa com necessidades educativas especiais é uma constante. 
Para garantir as conquistas temos que ter conhecimento do que determina a lei e buscar caminhos para fazê-la cumprida. 
Apresento as leis que norteiam os direitos de atendimento das pessoas com necessidades especiais. Vamos fazê-la valer. Vale lutar.

Institui diretrizes operacionais para o atendimento educacional especializado na educação básica, modalidade educação especial

Elaborado pelo Grupo de Trabalho nomeado pela Portaria nº 555/2007, prorrogada pela Portaria nº 948/2007 entregue ao Ministro da Educação em 07 de janeiro de 2008.

Dispõe sobre a educação especial, o atendimento educacional especializado e outras providências.

EAD - UMA QUESTÃO DE COMPROMISSO

“(...) um dos princípios básicos da pedagogia da virtualidade é a reflexão sobre o conhecimento adquirido, sobre a própria prática e a aceitação de aprender em comunhão permanentemente”   
Gomez (p.183, 2004)
                                                                                                              
A educação à distância (EAD) é um instrumento de formação que no mundo contemporâneo atende a necessidade de nos manter em constante atualização. Somos agraciados com as facilidades proporcionadas pela modernidade que nos permite estudar sem sair de casa, interagir com colegas de outros lugares, outras culturas e vivências e de ter ao alcance a fala, a escrita e a intervenção de professores e pesquisadores com sólida contribuição na área estudada. Por estes e outros motivos valorizamos o ensino a distancia, reconhecendo que muito contribui para a prática no mundo real. No entanto considero que não há somente facilidades na educação virtual. Há quatro aspectos determinantes para alcançar bom desempenho no curso que de igual modo, se revelam como armadilhas para o fracasso. Esta reflexão busca estratégias para superar as dificuldades no percurso da formação, apontando caminhos para o êxito, para o sucesso.
Está em constante atualização e formação são requisitos que caracterizam a sociedade atual. Isso demanda esforço e tempo. Vivemos a crise da falta de tempo, é ele o primeiro elemento a considerar. Por meio da EAD encontramos uma porta para equacionar formação e tempo. Na educação virtual podemos utilizar nossas horas conforme a nossa disponibilidade. Mas a bem da verdade não temos horário disponível e o que temos a fazer é administrá-lo. Incluir o tempo necessário para atender às demandas do curso é condição fundamental para seguir. De acordo com Moran, “o aluno desorganizado vai deixando passar o tempo adequado para cada atividade, discussão, produção e pode sentir dificuldade em acompanhar o ritmo de um curso.” Então segue a sugestão: nada de procrastinar. Comprometer-se e cumprir com o horário planejado proporcionarão “sobra de tempo” para que as atividades sejam bem feitas.
Vivemos também no mundo da informação. A “WWW” coloca tudo que acontece no mundo diante de nós. Podemos cair numa teia, no sentido de armadilha ou ficarmos navegando sem chegar a nenhum lugar. Ao entrar no espaço da educação virtual muitos desvios podem surgir e dessa forma nos perdemos dos estudos. É preciso “manter o foco”. Expressão muito utilizada hoje. Compreendamos que para alcançar objetivos não podemos nos desviar e isso vale também para a EAD.
Educação à distância não significa isolamento. Pelo contrário, significa aproximar mundos distantes.  Que outro espaço me proporcionaria conhecer educadores de Itapajé, Capistrano, Trairi, Quixadá, Redenção e Pacajus ou de outro lugar do Brasil e do mundo que desejam saber mais sobre educação especial, que vivem situações parecidas com as minhas, que pensam tão igual ou tão diferente de mim?  Moran em sua análise sobre o que é um bom curso à distancia, afirma que este “depende muito da possibilidade de uma boa interação entre os seus participantes, do estabelecimento de vínculos, de fomentar ações de intercâmbio.” A riqueza de um curso a distancia pode ser compreendida pelas trocas, pela crítica, pela ajuda. Participar dos fóruns, compartilhar dúvidas, contar vitórias e não ficar no isolamento ensina além de conteúdos. Ensina a viver.
E para finalizar, o quarto aspecto da minha reflexão é o compromisso com a produção escrita, produção cultural.  Nunca escrevemos tanto e nunca fomos tão lidos. Essa é uma situação nova proporcionada pela internet. Sobre todos os assuntos tem alguém escrevendo nos blogs, redes sociais ou produzindo um vídeo. Quantos artigos científicos estão ao nosso alcance. Na educação virtual somos chamados a produzir e apresentar nossas ideias e publicá-las. Podemos fazer isso por simples cumprimento de tarefa ou aproveitar a oportunidade de mergulhar num processo de aprendizagem, criação e comprometimento consigo e com o outro, com o perto e o distante, com o hoje e o amanhã

Referências:
GOMEZ, Margarita Victoria. Educação em rede. São Paulo. Cortez Editora. 2004 .
MORAN, José Manuel . O que é um bom curso a distância?
         Disponível em http://www.eca.usp.br/prof/moran/bom_curso.htm
         Acessado em 25/04/2013
 _____ Contribuições para uma Pedagogia da Educação on-line
           Disponível em http://www.eca.usp.br/prof/moran/contrib.htm

         Acessado em 25/04/2013